Cada amanhecer lhe trazia o sabiá
Do qual o canto lhe chegava como mel
Ela ansiosa esperava, ele voar pra cá
Na janela que se tocava o céu
O sabor de cada dia
Com o canto melhor ficava
Ele cantava, ela via
Depois, em queda livre voava
E o canto, a apaixonava
Coração pulsava quente
Cada hora que esperava
Ele, ela não tirava da mente
Apaixonada enlouquecia
Decidiu-se, o canto, pra sempre escutar
Assim fez enquanto ele ia:
Saltou de lá e foi voar
Conseguiu o que queria
E foi-se, feliz, assim
O sabiá, para sempre, ela escutaria
O canto sem fim…
Sinto-o idilico, tão suave e cálido!
Diria um pouco transcendental no final; corrige-me, Rick ^^
Talentoso.
idílico… com acento…